Como tudo começa
Eu nasci...
Calma! Estou só brincando. Na verdade se eu fosse começar do começo realmente não seria bem sucedida. Não lembro de muita coisa anterior aos meus 12 anos. Minha memória não é muito boa, tenho dificuldade até mesmo de lembrar o que fiz na semana passada.
Engraçado, pensei que seria fácil voltar a ter um blog, e me arrependo de ter apagado os outros que fiz quando tinha mais ou menos 12 anos. Muita coisa mudou desde de então, e pra falar a verdade, não sei como mantinha um blog quando nunca consegui escrever mais que duas páginas em um diário.
Acho que naquela época era diferente (sim, me sinto uma idiota em falar essa frase quando tenho apenas 18 anos), George Bush ainda era presidente e Lula estava começando o mandato, mas sinceramente, não espero falar de política, pois, vergonhosamente, não entendo nada. Gostaria de poder falar bonito, ter opiniões sobre tudo que acontece com o país, ou ao menos com a minha cidade, na verdade eu nem gostaria de falar bonito, gostaria de poder falar qualquer coisa que seja sobre política, desde que o soubesse do que estou falando.
A realidade de quando se tem 12 anos para 18 é realmente outra. Um mundo paralelo talvez. Eu poderia inumerar aqui quantas diferenças existem, mas todo sabe, todo mundo com 18 anos sabe como as coisas mudaram. Só não sabemos quando e como foi essa mudança. Você pode até mesmo viver a vida toda sem mudar de cidade, bairro, ou de casa e mesmo assim saberia me dizer quais sãos as diferenças entre 12 e 18. Eu já mudei de quatro estados, inúmeras cidades, incontáveis bairros e infinitas casas, acredito que nômade é a palavra certa para descrever meu trajeto até aqui, e tenho apenas 18 anos, mas sei detalhar cada uma dessas diferenças e sei que vão bater com as de alguém que nunca se mudou.
Mudança foi a primeira palavra que aprendi, primeiro sentimento que aprendi a lidar. Mudar nem sempre é bom, e ás vezes é necessário. Poderia passar a vida inteira descrevendo como mudar altera sua vida, mas não você. Talvez eu seja o que sou hoje por causa das mudanças, talvez sejam elas que fizeram a minha personalidade, enquanto existem pessoas que são exatamente ao contrário. A personalidade que causou a mudança. O que não deixa de ser bom, ou ruim em certos casos.
Relatividade, acredito que foi a segunda palavra que aprendi. Não como palavra, mas como sentimento. Existem tantos pontos de vistas, "cada um lê de uma forma o mesmo ponto de interrogação", como diz Gabriel, o pensador. Relatividade, é relativo. Você pode ser você mesmo sempre, mas não sempre o mesmo. Você pode estar errado em um ponto de vista, e certo em outro. Mas veja bem, estou falando de pontos de vista, não se pode alterar um fato.
Por exemplo, um acidente acontece, o carro da frente freia bruscamente e o de trás não consegue frear junto e o acidente acontece. O da frente vai ter um ponto de vista, o de trás outro, o cara do lado vai ter outro, e a árvore que estava observando tudo vai ter outro, mas isso não alterou o acidente. Ele aconteceu, ainda que o carro da frente tenha freado bruscamente, por qualquer motivo, ele pode achar que estava certo, e o de trás errado. Como vice e versa. O cara do lado e a árvore terão suas opiniões, mas nenhum dos quatro pode falar que o acidente não aconteceu.
A relatividade, no meu ponto de vista, não pode ser maior que a verdade.
Verdade, é uma palavra bonita, embora, em alguns casos não traga boas noticias. Nem mesmo pode trazer noticias. É a verdade. Não é sequer um sentimento. Mas está presente, mesmo que muitas vezes, oculta.
É talvez eu não saiba mesmo como voltar a escrever em um blog, e talvez nunca tenha aprendido (já disse que me arrependo de ter deletado os que fiz há alguns anos?), mas é como lavar louça, chato, perde o seu tempo quando uma lavadora de louças poderia fazer aquilo pra você, mas terapêutico.
Até o próximo copo sujo!
Calma! Estou só brincando. Na verdade se eu fosse começar do começo realmente não seria bem sucedida. Não lembro de muita coisa anterior aos meus 12 anos. Minha memória não é muito boa, tenho dificuldade até mesmo de lembrar o que fiz na semana passada.
Engraçado, pensei que seria fácil voltar a ter um blog, e me arrependo de ter apagado os outros que fiz quando tinha mais ou menos 12 anos. Muita coisa mudou desde de então, e pra falar a verdade, não sei como mantinha um blog quando nunca consegui escrever mais que duas páginas em um diário.
Acho que naquela época era diferente (sim, me sinto uma idiota em falar essa frase quando tenho apenas 18 anos), George Bush ainda era presidente e Lula estava começando o mandato, mas sinceramente, não espero falar de política, pois, vergonhosamente, não entendo nada. Gostaria de poder falar bonito, ter opiniões sobre tudo que acontece com o país, ou ao menos com a minha cidade, na verdade eu nem gostaria de falar bonito, gostaria de poder falar qualquer coisa que seja sobre política, desde que o soubesse do que estou falando.
A realidade de quando se tem 12 anos para 18 é realmente outra. Um mundo paralelo talvez. Eu poderia inumerar aqui quantas diferenças existem, mas todo sabe, todo mundo com 18 anos sabe como as coisas mudaram. Só não sabemos quando e como foi essa mudança. Você pode até mesmo viver a vida toda sem mudar de cidade, bairro, ou de casa e mesmo assim saberia me dizer quais sãos as diferenças entre 12 e 18. Eu já mudei de quatro estados, inúmeras cidades, incontáveis bairros e infinitas casas, acredito que nômade é a palavra certa para descrever meu trajeto até aqui, e tenho apenas 18 anos, mas sei detalhar cada uma dessas diferenças e sei que vão bater com as de alguém que nunca se mudou.
Mudança foi a primeira palavra que aprendi, primeiro sentimento que aprendi a lidar. Mudar nem sempre é bom, e ás vezes é necessário. Poderia passar a vida inteira descrevendo como mudar altera sua vida, mas não você. Talvez eu seja o que sou hoje por causa das mudanças, talvez sejam elas que fizeram a minha personalidade, enquanto existem pessoas que são exatamente ao contrário. A personalidade que causou a mudança. O que não deixa de ser bom, ou ruim em certos casos.
Relatividade, acredito que foi a segunda palavra que aprendi. Não como palavra, mas como sentimento. Existem tantos pontos de vistas, "cada um lê de uma forma o mesmo ponto de interrogação", como diz Gabriel, o pensador. Relatividade, é relativo. Você pode ser você mesmo sempre, mas não sempre o mesmo. Você pode estar errado em um ponto de vista, e certo em outro. Mas veja bem, estou falando de pontos de vista, não se pode alterar um fato.
Por exemplo, um acidente acontece, o carro da frente freia bruscamente e o de trás não consegue frear junto e o acidente acontece. O da frente vai ter um ponto de vista, o de trás outro, o cara do lado vai ter outro, e a árvore que estava observando tudo vai ter outro, mas isso não alterou o acidente. Ele aconteceu, ainda que o carro da frente tenha freado bruscamente, por qualquer motivo, ele pode achar que estava certo, e o de trás errado. Como vice e versa. O cara do lado e a árvore terão suas opiniões, mas nenhum dos quatro pode falar que o acidente não aconteceu.
A relatividade, no meu ponto de vista, não pode ser maior que a verdade.
Verdade, é uma palavra bonita, embora, em alguns casos não traga boas noticias. Nem mesmo pode trazer noticias. É a verdade. Não é sequer um sentimento. Mas está presente, mesmo que muitas vezes, oculta.
É talvez eu não saiba mesmo como voltar a escrever em um blog, e talvez nunca tenha aprendido (já disse que me arrependo de ter deletado os que fiz há alguns anos?), mas é como lavar louça, chato, perde o seu tempo quando uma lavadora de louças poderia fazer aquilo pra você, mas terapêutico.
Até o próximo copo sujo!


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